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      <title>branco sujo</title>
      <link>http://jq.weblog.com.pt/</link>
      <description>de caracteres, ruídos e alguns bonecos</description>
      <language>pt</language>
      <copyright>Copyright 2009</copyright>
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         <title></title>
         <description><![CDATA[<p><img alt="carla-van-de-puttelaar.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/carla-van-de-puttelaar.jpg" width="549" height="684" /><br />
<span style="font-size:10px;" >© Carla van de Puttelaar</span><br />
<div align=right><div style="color:#F8F8F8;" >.</div></p>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/post_202</link>
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         <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 02:57:24 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title></title>
         <description><![CDATA[<p>Teve que voltar para Luanda. Mais uns meses que vão pesar anos. Num esconso recanto da sua bagagem seguiu o que em mim ainda havia de jeito. Por segundos, iludo-me com um pensamento absurdo: pode ser que agora reste mais tempo para os ciúmes deste blog, para ler outros, ou nem isso. Francamente, não sei o que as minhas sobras ficam por cá a fazer. Já pouco me importa dos dois lados desta janela. </p>

<p><br />
<img alt="Foto0077c.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/Foto0077c.jpg" width="548" height="2200" /><br />
</p>]]></description>
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         <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:41:58 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>eugénio de andrade por artur bual</title>
         <description><![CDATA[<p><img alt="eugenio-de-andrade-por-artur-bual.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/eugenio-de-andrade-por-artur-bual.jpg" width="427" height="600" /><br />
</p>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/eugenio_de_andrade_por_artur_b</link>
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         <category></category>
         <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:38:40 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title></title>
         <description><![CDATA[<p><strong>A Eugénio de Andrade,<br />
por «Véspera da Água»</strong></p>

<p><br />
Esta água vesperal que sobe em ti<br />
e escorre em regos por areias campos<br />
de verde negro crespas cabeleiras<br />
levando flores vai e estrias brancas<br />
do que tão chamas cal no ardor de tê-las.</p>

<p>Rumor de secos ramos e de olhares,<br />
visões que os dedos têm tocando os troncos<br />
e os caules duros por momentos longos,<br />
correndo vai essa água transportando-as<br />
a um mar que ondas recurva silenciosas.</p>

<p>Descendo pelo tempo que o desejo<br />
anseia seja uma demora tensa<br />
ante um passado a dissolver-se agudo –<br />
essa água véspera de ser-se é tarde<br />
pousando na paisagem das palavras.</p>

<p>Silêncio de só gestos que elas dizem<br />
menos que dizem lembram ou contentam<br />
na solidão sem rosto da nudez –<br />
esta água corre escorre pedra em pedras<br />
e sobe em ti como ervas sobre a terra<br />
em que ninguém nos fita ou já nos vê.</p>

<p><br></p>

<p>Jorge de Sena, 1974<br />
<span style="font-size:11px;" >(in «Aproximações a Eugénio de Andrade», 2001</span><br />
<span style="font-size:11px;" >coord. José da Cruz Santos; dir. gráf. Armando Alves)</span><br />
</p>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/post_201</link>
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         <category></category>
         <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:15:38 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>eugénio de andrade por emerenciano</title>
         <description><![CDATA[<p><img alt="eugenio-de-andrade-por-emerenciano.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/eugenio-de-andrade-por-emerenciano.jpg" width="409" height="488" /><br />
</p>]]></description>
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         <category></category>
         <pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:09:55 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title></title>
         <description><![CDATA[<p><strong>A Eugénio de Andrade,<br />
agradecendo «Até Amanhã»</strong></p>

<p><br />
Lembras-te da primeira vigília que fizeste,<br />
à espera, trémulo, da madrugada nova?</p>

<p>Deu o meio-dia, tilintava o oiro,<br />
e anoiteceu-nos como se a nossa amada<br />
fosse a descer à cova.</p>

<p>Depois,<br />
tu esperaste sempre a madrugada,<br />
mas sempre a noite paria nados-mortos,<br />
sempre a  esperança espancada cada dia:<br />
frágil, de luz e de cristal, a tua fé<br />
embaciou-se de melancolia…</p>

<p>Mas tu esperas ainda<br />
- porque os teus versos ainda são<br />
os do rapaz maravilhado<br />
pela afogueada cor duma romã.</p>

<p>E vem dele a saúde a quem se cruza<br />
contigo, no branco litoral:<br />
«Até amanhã».</p>

<p><br></p>

<p>José Fernandes Fafe, 1957<br />
<span style="font-size:11px;" >(in «Aproximações a Eugénio de Andrade», 2001</span><br />
<span style="font-size:11px;" >coord. José da Cruz Santos; dir. gráf. Armando Alves)</span><br />
</p>]]></description>
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         <category></category>
         <pubDate>Thu, 19 Nov 2009 12:31:18 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>eugénio de andrade por martins correia</title>
         <description><![CDATA[<p><img alt="eugenio-de-andrade-por-martins-correia.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/eugenio-de-andrade-por-martins-correia.jpg" width="331" height="400" /><br />
<div align=right><div style="color:#F8F8F8;" >.</div></p>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/eugenio_de_andrade_por_martins</link>
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         <category></category>
         <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 15:17:29 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>de volta à ociosidade das palavras e imagens alheias</title>
         <description><![CDATA[<p>Apeteceu-me notícias. Passei os olhos pelas edições online de vários jornais. Não havia notícias. Nessa ausência, regresso a «Aproximações a Eugénio de Andrade», livro/colectânea publicado em 2001, com 35 textos e 35 imagens assinados por nomes representativos de vários <em>momentos</em> da literatura e artes plásticas portuguesas do século passado.</p>

<p>Da segunda vez que o li, com o intuito de recolher o que mais me agradou, distraí-me tentando deduzir os sentimentos que cada um dos autores poderia albergar relativamente a Eugénio de Andrade. Simplificando, nalguns encontrei cuidada reverência; noutros, diversos graus de familiaridade; em quase todos, um hipertexto afectivo que acaba por ser natural num livro que, apesar da sobriedade do título, resulta em algo muito próximo de uma homenagem. Ainda assim, deparei com dois aparentes desvios a essa tendência. O primeiro, da autoria de Manuel Alegre:</p>

<p><br />
<strong>Há em Eugénio de Andrade<br />
uma tensão extrema<br />
substantivos e verbos trazem os elementos<br />
respiração da terra no poema<br />
a vida intensa a breve eternidade<br />
e as sílabas do sul entre o verão e os ventos</strong></p>

<p><br />
Passe o atrevimento de mero leitor, em face da quantidade atroz de lugares-comuns que quase todas as palavras encerram, ocorreu-me que talvez se tratasse de uma dedicatória de encomenda, apresentada sob a forma de poema manifestamente mau. No segundo <em>desvio</em>, qualitativamente nos antípodas do anterior, Manuel António Pina descobre, de modo singular e aparentemente ácido, a criança que prevalecia em Eugénio de Andrade:</p>

<p><br />
<strong>No sítio mais fundo<br />
do teu nome<br />
fala o que não se pode dizer.</p>

<p>Que ninguém chame pelo teu nome,<br />
que ninguém acorde<br />
o teu nome que dorme.</p>

<p>Porque é o nome do homem<br />
e o do menino,<br />
o da vítima e o do assassino.</strong><br />
</p>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/post_199</link>
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         <category></category>
         <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 12:25:06 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>introdução à zoologia</title>
         <description><![CDATA[<p>«A minha sogra é um boi»: salvo erro, chegou a haver uma canção, ou uma banda, com essa frase, ou semelhante, por nome. O simples facto de se tratar de uma memória incerta leva-me a pensar que deveria estar mais atento à música portuguesa. Por outro lado, não tenho qualquer dúvida que a velhota de rádio na orelha, sempre à janela no prédio da esquina, é um peixe-avião. Talvez por isso não voe. Gostava um dia de vê-la bater as as asas por aquela janela fora.</p>

<p><br><br />
<br><br />
<span style="font-size:13px;" >Tradução: do pouco que conheço da música que se tem feito recentemente por cá, para além dos <a href="http://www.youtube.com/results?search_query=%22peixe+aviao%22&search_type=&aq=f">Peixe-Avião</a>, que ainda não terão diluído suficientemente a influência dos Radiohead, mas parecem ter <em>dedos</em> para voar mais alto, de assinalar também vários nomes publicados pela <a href="http://www.merzbau-label.org/releases_pt.htm">Merzbau</a>, e um ou outro projecto de imensas <em>nertlabels</em> que vão sendo divulgadas em <a href="http://beatsplayfree.blogspot.com/">Beats Play Free</a>.</span><br />
 </p>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/introducao_a_zoologia</link>
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         <category></category>
         <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 08:19:05 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>o meu blog é um cão</title>
         <description><![CDATA[<div align=center><img alt="cao-triste.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/cao-triste.jpg" width="323" height="364" />
<object width="323" height="25"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/z0x3cWn61-M&hl=pt_BR&fs=1&rel=0&color1=0x3a3a3a&color2=0x000000"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/z0x3cWn61-M&hl=pt_BR&fs=1&rel=0&color1=0x3a3a3a&color2=0x000000" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="323" height="25"></embed></object></div>

<p><br />
O cão? Encontrei-o à solta, meio perdido, no google images. A música é de umas moças britânicas que já tocaram em Portugal no Verão de 2007 e deixaram de fazê-lo em Dezembro desse mesmo ano. Chamavam-se Electrelane. Não primavam pelo virtuosismo; antes por uma intensidade, melhor dizendo, por variações na intensidade de cada música; intensidade essa conseguida, sobretudo, pelas modulações, por assim dizer, dramáticas do órgão. O último álbum tinha por título o pré-aviso de desistência «No Shouts, No Calls». «Invisible Dog» é o nome da música a tocar por baixo do cão com aqueles olhos terrivelmente expressivos. Parecendo que não (os últimos dias têm sido tão aprazíveis, caramba), isso deprime-me. Isto também: um olhar triste entre as flores.</p>

<p><br />
<div align=center><img alt="Electrelane2.jpg" src="http://jq.weblog.com.pt/arquivo/Electrelane2.jpg" width="356" height="237" /></div></p>

<p><br />
</p>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/o_meu_blog_e_um_cao_2</link>
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         <pubDate>Tue, 17 Nov 2009 13:21:51 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>o meu blog é um cão</title>
         <description><![CDATA[<p>Amua e gane, também ladra de alegria ou protesto, luta, tropeça em fantasmas, cai, levanta-se do tapete, e, por vezes, corre em círculos atrás da própria cauda: tem sido assim este blog. Nesse sentido, não difere muito de um animal de estimação. O seu dono, no entanto, não sabe ser dono. Ultimamente, nem se dá ao trabalho de preparar refeições como dantes. Compra-as já feitas e, num só dia, publica-as com data futura, para que o cibernético animal tenha uma ou duas latas diárias com que entreter o estômago e as vistas durante a semana. Diz-lhe o dono que é mais fácil assim, que a qualidade da comida até melhorou, que não vai ausentar-se indefinidamente como no passado. Nessas promessas, contudo, o animal fareja sinais de abandono e gane, e amua, enroscando-se depois, demasiado quieto, num plataforma virtual que se confunde com o tapete.</p>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/o_meu_blog_e_um_cao_1</link>
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         <category></category>
         <pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:05:10 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>o meu blog é um cão</title>
         <description><![CDATA[<table border=0><tbody><tr><td><object width="320" height="265"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/W5PbMqyouIE&hl=pt_BR&fs=1&rel=0&color1=0x3a3a3a&color2=0x999999"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/W5PbMqyouIE&hl=pt_BR&fs=1&rel=0&color1=0x3a3a3a&color2=0x999999" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="320" height="265"></embed></object></td><td><span style="font-size:13px;" >Alguém colocou este clip no youtube em memória de um cão chamado Poppy, falecido em 23.7.09, com uma música dos Guillemots cujo refrão repete «the best things come from nowhere / i love you, i don’t think you care». Também tem um verso que diz «now there's poetry in an empty coke can», e acaba com o coro repetindo para quem quiser ouvir «yes, i believe you, yes, i believe you, yes, i believe you».</span></div></tr></tbody></table>
<div align=right><div style="color:#F8F8F8;" >.</div>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/o_meu_blog_e_um_cao</link>
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         <category></category>
         <pubDate>Mon, 16 Nov 2009 21:57:01 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title></title>
         <description><![CDATA[<p>Meto butes à inteira planura.<br />
Esboroa-se a terra. Lá para trás,<br />
sobraram o paleio e a literatura.<br />
Aqui, na aparência, só a paz.</p>

<p>Mas que paz se desdobra a toda a anchura<br />
do horizonte a que o olhar se faz?<br />
Esta página em branco (ou sem leitura)<br />
não terá uma chave por detrás?</p>

<p>Eu sei ler a cidade, mas aqui<br />
sou um dedo parado em letra morta.<br />
Uma guerra haverá, com o álibi<br />
da paisagem que a outras me transporta.</p>

<p>Hei-de voltar para ler e presumir,<br />
quando o Alentejo se puser a rir.</p>

<p><br></p>

<p>«Pelo Alto Alentejo», Alexandre O'Neill<br />
</p>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/dias_ha_passe_a_imodestia_em_q</link>
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         <pubDate>Sun, 15 Nov 2009 23:02:55 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title></title>
         <description><![CDATA[<p><object width="550" height="360"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JLCAqyW56m0&hl=pt_BR&fs=1&rel=0&color1=0x3a3a3a&color2=0x000000"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JLCAqyW56m0&hl=pt_BR&fs=1&rel=0&color1=0x3a3a3a&color2=0x000000" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="550" height="360"></embed></object><br />
</p>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/post_198</link>
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         <pubDate>Sun, 15 Nov 2009 18:56:55 +0000</pubDate>
      </item>
            <item>
         <title>quando não voamos até Luanda e Luanda voa até nós</title>
         <description><![CDATA[<p>Parece mais um título demasiado hermético, quiçá absurdo, para uma canção demasiado óbvia, e é mesmo. Nenhum mal vem ao mundo por isso. Hoje, só hoje, mal ouvi do outro lado do telemóvel «estou na Portela, vens-me buscar?» regredi ao jardim infantil, até cri: para algo de bom acontecer não preciso mexer-me nem ter esperança; basta desejar muito.</p>

<p><object width="550" height="400"><param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/x1ez09"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowScriptAccess" value="always"></param><embed src="http://www.dailymotion.com/swf/x1ez09" type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="400" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object> </p>

<p>E agora, o que fazer, o que dizer? Não importa, seja o que o acaso quiser.<br />
</p>]]></description>
         <link>http://jq.weblog.com.pt/arquivo/2009/11/quando_nao_voamos_ate_luanda_l</link>
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         <pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:21:16 +0000</pubDate>
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