anónimos (mongóis)
Canção de Tölös
- Xianbei, 546? -
À margem do Tölös
No sopé dos Montes Sombrios
O céu é uma yurta
Cobre o plaino - dos quatro cantos.
O céu é azul, azul
A planura vasta, infinita
Quando o vento sopra e a erva curva
Vê-se - o gado e as cabras.
- canção dos Qidan, s/data -
No Verão leite branco
No Inverno escura carne
Movem-se das flechas, à frente: a caça.
Porco-bravo, cervo, ricas presas!
in «Poemas Anónimos - turcos, mongóis, chineses e incertos»,
reunidos / traduzidos por Gil de Carvalho