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anónimos (chineses)


- dinastia Tang, 618 - 907 -

Queria eu, esconder-me na montanha. Estudar a Via.
Mas não aguento, o frio - nem suporto, a fome.



- séc. 18? -

Corpo meu fará quadrado.
Corpo meu duro que é
Embora palavra não diga
Palavras guarda. E responde.



- dinastia Tang, 618 - 907 -

Onde tenho a minha casa?
Um pardieiro numa encosta
Dela guardo os Ancestrais.
O terreiro: cerca um covil de raposa
E diante da porta há um ninho de pêga.


in «Poemas Anónimos - turcos, mongóis, chineses e incertos»,
reunidos / traduzidos por Gil de Carvalho

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