em frança, cenas de violência num autocarro
Tenho, neste raro e privilegiado momento, diversas pessoas a falar ao mesmo tempo dentro de mim. Dizem-me:
- Este vídeo, referido no Liberátion e no Le Figaro, estava no Facebook e já não está. Estava no Dailymotion e já não está. Estava no Youtube, deixou de estar e voltou em versões condensadas. Porquê?
- As câmaras de vigilância não impediram aquele rapaz de ser assaltado e levar uma tareia (o hardcore começa por volta do minuto 2).
- Divulgar este vídeo é reforçar argumentos xenófobos e neofascistas (tanto assim é que foi encontrado num sítio do género).
- Mais polícia! É preciso um polícia em cada canto, em cada esquina.
- Divulgar este vídeo é seguir num blog a estratégia comercial da TVI, Correio da Manhã e afins.
- Quando apresentas um caso como estatística, limitas-te a contribuir para o sentimento de insegurança da população.
- Divulgar este vídeo é desrespeitar o direito à privacidade dos que viajaram naquele autocarro.
- O vídeo só retrata o que já se passa e o que nos espera, riquinhos da futura ex-classe média.
- Quem detém o poder económico e político está a marimbar-se para isto, desde que continue a poder enviar os filhotes para um colégio privado e depois para uma faculdade estrangeira, andar em carros de vidros fumados, viver dentro de condomínios fechados e gabinetes de madeira tropical devidamente insonorizada, continuar a telefonar para o gestor de conta, dando urgent swift exchange orders para as Ilhas Caimão.
- O Silva Lopes é que tem razão: é preciso reduzir os salários. O Constâncio é que a sabe toda: 2,9% de aumento é demasiado com esta inflação. O vizinho do lado também: basta de subsídios para pobres, pretos e ciganos!
- O mundo lá fora é perigoso. «Não saiam de casa, isso faz descer as audiências», dizia um dia um graffiti num pilar da ponte 25 de Abril.
Comments
Sabias que na maioria das sociedades caçadoras-recolectoras, o parentesco não é definido pelo sangue? Isso faz com que a “família” faça parte de toda a (pequena) sociedade.
Reflectir sobre este tipo de violência, ou como lá fomos parar, tem tantos lados e tantos culpados, que é impossível conseguir juntar tudo de forma a termos uma opinião mais ou menos coesa, pelo menos para mim.
Agora, se me permites um apontamento, vejo que nas tuas vozes interiores falta-te um dos lados, que hoje em dia também contribui de forma activa para que este tipo de situações se mantenha, por muito que à partida se possa pensar o contrário: que são os movimentos anti xenófobos, anti racistas, pelas minorias, etc., que tentam desculpabilizar e ilibar perante a justiça algumas das acções violentas devido exactamente às situações de sociabilidade e vivência de algumas destas pessoas. Há aqui que considerar que nem todas as pessoas que estão sujeitas a este tipo de discriminação e ambiente são criminosos, ou se tornam violentos, ou têm este tipo de comportamento anti social. Uma coisa é perceber e considerar a possível origem destes comportamentos, e poder arranjar mecanismos de os evitar no futuro de os melhorar no presente. Outra completamente diferente é tentar proteger quem os pratica, baseando-se no facto de terem sido excluídos, e mandados para um qualquer buraco sem qualquer tipo de integração social. Isto, em última instância, faz com que as pessoas que têm este tipo de comportamento, se sintam legitimadas para fazer o que bem entendem, uma vez que a sociedade não lhes deu nada do que supostamente devia dar. Ou seja, não cumprem as obrigações porque não têm os mesmo direitos.
Eu sei que, pelo menos para mim, isto custa um pouco a pensar. Até porque repara, isto já está tão inquinado, que não há nada a fazer, a não ser cada qual que pensa que está certo, agir um pouco dentro dessa certeza, e sendo assim, poder tentar manter mais ou menos as coisas como estão. Se tu fores procurar saber, estes casos mais problemáticos dentro de zonas ou bairros excluídos, com todos os problemas de violência que sofrem também por parte das polícias, etc., eles não querem ser integrados, não querem ter os mesmos direitos, porque os obriga a ter os mesmo deveres. O erro, muitas vezes é pensarmos que eles querem ser como “nós”, e a maioria das pessoas actua na sua consciência, ou emite opiniões de acordo com esse paralelo. E isso normalmente é um dos problemas que não se considera, muitos deles não querem a integração, e cada vez mais isso acontece.
Depois dependendo do país, as coisas variam. Por exemplo aqui em Portugal, as pessoas moradoras nessas zonas, muitas delas ainda reclamam individualmente o contributo para o desenvolvimento do país e pretendem os mesmo direitos. Mas por exemplo, em França ou no Brasil (os EUA são um outro caso àparte), não são os sujeitos que reivindicam isso para si, são sobretudo as ONG’s. Quer isto dizer, que já estão a milhas de distância do que temos aqui, que como organizações que são, inevitavelmente acabam por não olhar a cada pessoa em si e procurar obter objectivos mais gerais, que muitas vezes também eles implicam a segregação e a exclusão de alguns membros dessas mesmas comunidades. E as ONG’s para terem algum impacto e alguma visibilidade social, têm que manter atrás de si todo um aparelho e uma movimentação de interesses e dinheiros, exactamente dentro do mesmo esquema social que pretendem abolir.
Podia estar aqui horas a escrever sobre o assunto e nunca o esgotar, e nem queria fazer um comentário tão grande, apenas alertar-te para um outro lado que normalmente não nos aparece à primeira vista e que é aquele com que até a maioria das pessoas “normais” (eu) se identifica.
Há demasiada gente no mundo, somos muitos, caminhamos para algum lado, é certo: “rumo ao desastre”, como dizes ali em cima. Essa é a minha opinião porque não há forma de resolver tudo isto a bem, já não há. E também não há forma de julgar qualquer tipo de acção de ânimo leve, seja de que parte for. A única coisa que ainda consigo fazer com uma certa certeza é repudiar toda e qualquer violência.
Posted by: vanus | abril 18, 2009 11:23 AM
antes de mais, quero dizer-te que tentei ver o vídeo mais do que uma vez e não consegui. desligo sempre pouco depois de começar a violência. já nem quero saber da origem social dos agressores; a desproporção é tal que só consigo ver meia dúzia de predadores e uma presa que nem sequer tenta defender-se.
reparo que olhamos de modo (não exactamente oposto mas) diferente para quem defende minorias. desculpabilizar sistematicamente crimes efectuados por indivíduos segregados socialmente também me parece que não resolve nada (não diminui os crimes nem a segregação).
Por outro lado, para muitos dos que vivem em ghettos pouco mais lhes resta do que o crime. Não é por acaso que mais de metade da população prisional é composta por imigrantes e filhos de imigrantes, e que a esmagadora maioria só tem o ensino básico ou nem isso.
Há, vai haver sempre quem diga que tinham outra escolha, quem aponte excepções, que miúdos como os do vídeo poderiam aplicar-se nos estudos e ir melhorando a pulso (expressão fantástica) a sua situação económica. Esquecem-se que, actualmente e no futuro próximo, uma grande parte dos filhos da classe média, mesmo com licenciaturas, não vão conseguir, em termos materiais, ter uma vida melhor que os seus pais.
Sabendo isso, é fácil prever que muitos dos miúdos que vivem em bairros sociais vão escolher o crime como meio mais rápido de “enriquecer”.
resta-me adiantar que me servi do vídeo como exemplo dos resultados das crenças económicas predominantes e das políticas implementadas nos últimos 20-30 anos, i.e., continuem a fomentar (e a votar em quem fomenta) fossos entre os mais ricos e os mais pobres e vão ver (já se pode ver) onde isto vai parar.
Posted by: José Quintas | abril 19, 2009 01:10 AM
O vídeo é definitivamente perturbador, e as estas vozes junto aquela na minha cabeça que implora comigo para deixar de depender tanto dos transportes públicos, mas é essa a natureza da violência.
A voz que ainda assim interessa mais é a do rapaz no centro do vídeo, na entrevista que ele dá ao Figaro (e que eu consegui ler com a ajuda do tradutor do Google). A leitura do que ele tem para dizer devia ser obrigatória para quem visionar o vídeo.
Não se deixa definir pelo sucedido, não sucumbiu ao medo (diz que ainda utiliza o mesmo autocarro) e não quer que outros definam por ele aquilo que aconteceu, que foi um episódio de violência, tão estúpido, desprovido de sentido e condenável como qualquer outro. Queixo para cima e olhar para frente. Tipicamente francês :-)
Posted by: Pedro | abril 19, 2009 01:35 PM
Também as achei (às declarações do universitário de 19 anos ao Le Figaro) duma lucidez surpreendente, vinda de quem tinha sido vítima de tamanha pancadaria. Denotou inteligência também porque o tom pacificador das mesmas pode servir para evitar sequelas do mesmo episódio. Reparei igualmente no seu desconforto perfeitamente compreensível com a divulgação das imagens na net.
só o fiz aqui após ter hesitado uns dias, após ter-me servido daquela noção habitual em bloggers como eu: se em portugal quase ninguém lê este blog, ninguém vai ler isto em França, e daí não vou prejudicar o dia–a-dia daquele rapaz em nada.
A gota de água que me levou a finalmente publicar o vídeo foi a necessidade de interpretá-lo sob um ponto de vista exactamente oposto aos sítios de extrema-direita onde o encontrei.
Posted by: José Quintas | abril 19, 2009 05:41 PM
Zé, sorrio quanto ao último parágrafo da tua resposta ao Pedro.
Tinha escrito uma resposta para ti, que já ia em 3 pag, mas acho que mesmo assim não chega, além de poder ser maçador :)
Posted by: vanus | abril 19, 2009 07:31 PM
quase me apetece sorrir por não saber a razão do teu sorriso (ter-me-ei contradito de algum modo com o que eu te respondi mais acima?)
quanto à extensão do que já escreveste, não faço ideia se estas caixas de comentários da weblog têm limite de caracteres, mas devem ser mais de 140 certamente. experimenta
Posted by: José Quintas | abril 19, 2009 08:43 PM
Ok, vamos lá experimentar. Antes de mais, eu acho importantíssimo que existam organizações que defendam as minorias, e de maneira nenhuma estou contra elas. O que digo é que também elas próprias (algumas naturalmente, porque aqui não pode existir generalizações) contribuem em parte para uma manutenção desse fosso, uma vez que operam (têm que operar) no mesmo sistema que combatem. E isto não quer dizer que seja intencional, muito pelo contrário, por vezes tem efeitos que só se podem traçar a longo prazo. Como por exemplo, o discurso contra o estado e o abandono da assistência deste a estas comunidades, pode levar a algumas situações de confronto e ao impedimento do funcionamento regular da polícia dentro dos próprios bairros, e isto faz com que a ausência da policia de forma regular provoque o aumento da violência contra os próprios moradores dos bairros. E exclui-os a eles de terem a mesma protecção que nós temos.
Depois, ainda por causa deste discurso anti estado do abandono, pensa-se hoje que pelo contrário (alguns investigadores têm bons indícios que o confirmam), há um excesso de intervenção do estado nestas comunidades. Não nos aspectos mais básicos como infra-estruturas de saneamento, serviços, transportes, ruas, etc. Mas, mas no apoio económico e criação de programas de auxílio, que a longo prazo em vez de promoverem uma maior integração em relação à sociedade em geral, para fora, cada vez mais remetem as pessoas para o próprio bairro e permitem um esquema de sobrevivência interno cada vez mais difícil de cortar. Deixa-me lembrar-te daquela situação nos anos oitenta que se passou ali na zona da Amadora, de um bairro, não sei qual, onde como os próprios imigrantes não falavam português, se abriu uma escola primária especial para promover a educação e para que pudessem ter acesso à educação dentro bairro, e que depois fez com que chegados aos 10 anos, nenhuma daquelas crianças pudesse ter continuidade nas escolas oficiais, porque além de continuarem a não falar português, eram raras as que tinham saído do bairro. Estavam completamente isoladas.
Deixa-me ainda dizer-te, que por muito que nos custe, sobre isso dos votos e da nossa participação mesmo que indirecta em todo este processo, que os bairros mais problemáticos, mais excluídos, que temos em Portugal, por exemplo, estão quase todos, ou foram quase todos construídos debaixo da alçada das câmaras Comunistas ou Socialistas. Porque também elas, usam o discurso do poder central, da não assistência do estado, para se refugiarem numa série de aspectos que deviam ter combatido. E não é que não haja vontade, ou uma série de programas camarários para que as diferenças se possam esbater, há e muitos, mas lá está, há sempre uma desculpabilização maior, apontada a um órgão superior que não a responsabilidade directa. Sabe-se dos problemas do espaço, dos realojamentos, mas podemos sempre questionar-mos dos próprios projectos arquitecturais dos bairros, do tipo de construção e materiais usados nos mesmos (muitas vezes falsificados e sem controle nenhum), do tipo de sociabilidade que determinado urbanismo provoca ou pode provocar. O tipo de modelo para a construção destes bairros, planos integrados e afins, que temos ainda hoje em Portugal, a meio dos anos 60 já estava mais do que sabido que não resultava, e das consequências que podia trazer, por causa de alguns exemplos pioneiros praticados na Bélgica e na Holanda. Mesmo assim, e sabendo-se disso, essa prática mantém-se até hoje.
Onde é que se corta todo este ciclo, onde está a saída? Não sei. E acho que ninguém sabe. Se as pessoas que pertencem a estes locais podem ter outras saídas além do crime? Sim e não, depende. Os criminosos e os que se dedicam ao crime na verdade são uma pequena minoria, a maioria das pessoas que vivem nestes locais são pessoas de bem, e que sofrem também a violência e os crimes destes poucos. A situação está tão grave em alguns sítios, do qual o Brasil é o caso paradigmático, que ao contrário do que se possa pensar, muitos destes criminosos não têm qualquer ligação afectiva ou leal entre si.
Isto já não passa pela saída da revolta do contra o estado, contra a discriminação, contra o que quer que seja. De facto, começou assim, mas hoje em dia os níveis de isolamento são tais, a disparidade é tal, que eles próprios já não são uma comunidade unida sequer, passa por outra coisa difícil de equacionar para nós. Porque não se trata de enriquecer, por muitas aspas que se ponha, não passa por ter o que os outros têm, ter acesso às mesmas coisas. Não. Criou-se outra sociedade, está-se a criar outra sociedade. Com outros valores, outros objectivos, outras práticas, outros códigos. E neste momento isso é impossível de se admitir porque se se o fizer, contribui-se ainda mais para uma diferenciação e o fosso aumenta de forma irremediável. Depois é impossível de se admitir porque não deixam de fazer parte da nossa sociedade. Não se pode abandonar estas pessoas, há uma culpabilização por não tratá-los como iguais, mas a única forma de os igualarmos ao resto da sociedade é tratá-los de forma diferente, e isso, quer se queira, quer não, mantém a diferença.
Repara, acontece nos EUA, no Brasil e em França também (os países onde este tipo de exclusão existe há mais tempo e é mais reforçada, tem gerações em cima dela), que os líderes destes grupos violentos, que promovem a pequena violência urbana como a que se assiste no vídeo para uma iniciação, que estão na prisão não querem sair de lá. Não precisam. A liberdade deles não passa pela mesma ideia de liberdade que nós temos. A sociedade, tal como a temos tem muito pouco de novo a oferecer-lhes. Eles sabem usá-la para si mas não querem já pertencer-lhe. È outro andamento, outra realidade. Eles matam os seus pais, os seus filhos, os irmãos, a pertença aos grupos não se consegue muito bem explicar, não passa pela manutenção nem pela lealdade, passa apenas pelo movimento de manter a violência. Não é uma coisa como os padrinhos da máfia, que controlam da rua até ao topo, que se organizam, que se protegem. Em grupos saídos destas zonas a liderança muda a uma velocidade impressionante, às vezes de meses.
E podíamos continuar por aqui fora em ping-pong em relação a quase tudo, polícia, violência policial e contra a polícia, poder central, poder local, comunicação social, economia, interesses gerais, sujeitos individuais, grupos de extrema direita, extrema esquerda, assistência, ong’s, sistema prisional, combate à exclusão, etc. Há milhentas variáveis neste processo e todas elas com responsabilidade no que diz respeito ao aumento da exclusão.
Uma coisa um pouco desviante, mas que segue na mesma linha porque nos deixa a pensar seriamente em algumas das consequências de pequenos movimentos de ajuda, de como as coisas que começam no bem podem alcançar dimensões extraordinárias, é que não sei se já notaste, uma grande parte do terrorismo que temos hoje em dia, tem precisamente base nos movimentos de assistência social e local às comunidades islâmicas excluídas. Que tiveram a sua importância, que mantêm ainda a sua importância e são relevantes para a sobrevivência das mesmas, mas que depois derivaram e foram usadas como veículos para acções que nada tinham a ver com a forma e o objectivo para que foram criadas.
Se estás a pensar que meto tudo no mesmo molho, sim e não. Porque o terrorismo não deixa de fazer parte de um processo de exclusão. Por um lado, consegue-se encontrar um padrão semelhante de comportamentos nos grupos que são excluídos dentro de uma qualquer sociedade (e aqui não há diferença se é por raça religião ou cultura). Consegue-se traçar raízes comuns para que alguma da violência que dali surge seja esta, com denominadores comuns, embora depois muito específica no seu desenvolvimento, dependendo da cultura, das políticas, etc. Por outro lado, é impossível considerar uma forma viável, aplicável de corrigir os erros feitos. A única coisa possível a fazer seria evitar novos agrupamentos do género, mas penso que estamos longe disso, que nem sequer vai passar por aí , porque seria necessário uma grande alteração social, e se procurares ouvir aqueles que têm uma maior intervenção directa nisso, dir-te-ão ser impossível por todas as razões e mais algumas e até te argumentarão que as suas práticas estão de acordo com as directivas mundiais para o combate à exclusão, minorias, etc.
O que para mim é mais assustador, muito assustador, é perceber que todos os intervenientes em qualquer lado do mundo para alterar estas situações acabem por também contribuir a longo prazo, para piorar ainda a situação, embora haja casos pontuais muito louváveis, muito necessários, com muito sucesso. Mas, são todos muito reduzidos, muito localizados e muito frágeis em continuidade. E o que funciona em ponto pequeno, não funciona como modelo a adoptar.
Uma última coisa para acabar (desculpa lá a seca) que é também um indicador interessante que acho que se deve ter em conta. Há dois ou três casos mais ou menos estudados em países diferentes, em que zonas destas de exclusão e até bastante fechadas ao exterior com elevados níveis de violência interna mas contíguas a zonas de classe média não alta que conseguiram uma integração quase total, quando a maioria da população de classe média sofreu uma recessão económica, ou seja piorou muito de nível de vida. A aproximação foi exactamente no sentido oposto ao “que se quer”.
(o sorriso foi apenas porque obviamente quem mandou tirar os vídeos não foi a gajada da extrema direita, a quem isto é mais que conveniente, e quem se sabe que muitas vezes subsidia e estimula algumas das acções deste género. O meu sorriso foi que, perante este facto, o que é que tu terás pensado? :) )
Posted by: vanus | abril 19, 2009 10:20 PM
neste momento, só posso agradecer a tua abordagem muito mais específica que a minha. (acredites ou não, estou a meio dum desenho em que uma mulher com cabeleira afro agride uma planta carnívora, algo assim:) espero amanhã poder adiantar mais qualquer coisa
Posted by: José Quintas | abril 19, 2009 10:48 PM