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baton e fumo


O teu baton devastado a eito, à socapa entre fumos de vela - resumo deste Março (o meu Março) corrido à pedrada - as mãos pelos pés, os quatro perdidos na troca.

Pessoas sempre por perto, Artur. Lê: mais fumo com elas por perto. Encurto vidas. Não oiço ninguém (não me oiço) enamorado de quase todas. Roubo diariamente um Timex na feira dos relógios. Apresso fins.



A tocar lá em cima: The Boo Radleys na versão talvez mais violenta de «Alone Again Or»

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Ora aqui temos um belo poema. À primeira vista não se assume logo, mas à medida que avançamos e chegamos ao fim, repetimos a leitura só para confirmar e, sim, confirma-se: um belo poema.

fintando o embaraço, a mim soa-me a relato de um combate de boxe (para a poesia é necessário uma coragem muito específica que não tenho)

A perfeição de corrigir a cor da nuvem de música. A aliteração de tês até com o Timex. É uma paixão poética entranhada. :)

insisto: aquilo é um post assinado por um blogger prestes a adoptar o nick Quim Baraço

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