baton e fumo
O teu baton devastado a eito, à socapa entre fumos de vela - resumo deste Março (o meu Março) corrido à pedrada - as mãos pelos pés, os quatro perdidos na troca.
Pessoas sempre por perto, Artur. Lê: mais fumo com elas por perto. Encurto vidas. Não oiço ninguém (não me oiço) enamorado de quase todas. Roubo diariamente um Timex na feira dos relógios. Apresso fins.
A tocar lá em cima: The Boo Radleys na versão talvez mais violenta de «Alone Again Or»
Comments
Ora aqui temos um belo poema. À primeira vista não se assume logo, mas à medida que avançamos e chegamos ao fim, repetimos a leitura só para confirmar e, sim, confirma-se: um belo poema.
Posted by: Diogo | abril 3, 2009 08:58 PM
fintando o embaraço, a mim soa-me a relato de um combate de boxe (para a poesia é necessário uma coragem muito específica que não tenho)
Posted by: José Quintas | abril 4, 2009 04:40 PM
A perfeição de corrigir a cor da nuvem de música. A aliteração de tês até com o Timex. É uma paixão poética entranhada. :)
Posted by: maria arvore | abril 5, 2009 09:04 PM
insisto: aquilo é um post assinado por um blogger prestes a adoptar o nick Quim Baraço
Posted by: José Quintas | abril 5, 2009 10:02 PM