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cache, achaque, o que for

(gif retirado já não sei donde)
Acontecem-me frequentemente achaques de uma patologia que deve ser comum a outros bloggers, i.e., mal surge um assunto na mira do blog costumam irromper, da cache mais profunda da memória, diversos vestígios conexos: versos de canções, excertos de livros, imagens de infância, e o catano mais velho. O mais das vezes, tenho conseguido varrê-los para o caixote de lixo donde procedem, evitando assim sobrelotar o discurso com apêndices e referências ao pontapé. Clareza e o diabo a sete, um graal assim. Desgraçadamente, isso nem sempre se alcança.

Desta vez, em que pretendia recordar um ou outro pedaço, fosse o que fosse que versasse a Música de per se, rezei, ajoelhei, virei o traseiro para Meca e para o Vaticano, e nada assomava excepto ésses em catadupa. Eis senão quando, embatem no meu frontispício três excertos: um de Jorge de Sena, mais dois encontrados neste blog. Acho que também ficam bem aqui. Seguem mais acima.