números (ainda a propósito de políticas de empobrecimento generalizado e da “cultura para meia dúzia")
Num presídio, ontem. Num espanto, também, com a quantidade de africanos e ciganos que pude entrever. Talvez mais de metade dos reclusos, a bem dizer. Os restantes, a julgar pelos sinais exteriores de pobreza dos visitantes, devem também residir nos bairros sociais que circundam Lisboa.
Mal cheguei a casa, quis confirmar a minha impressão estatística e fui à procura de números. Entre pouco mais, encontrei estes:

(origem)