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- Deixa-me. Não tenho a culpa de ver-te cair.

Há um 'ror de desgraças nisto: cantam em castelhano = aversão minha = vestígio único de uma portugalidade difusa; têm estridências/solos/tiques do metal que abomino. Também têm versos como «entre dos tierras estás / pierdes la fe, cualquier esperanza es vana y no sé qué creer / pero olvídame que nadie te ha llamado / te puedes vender, cualquier oferta es buena si quieres poder / qué fácil es, abrir tanto la boca para opinar», que me atiram de chofre para um 1º de Novembro longínquo no «Bateau», em Leça, para os braços de alguém que já se foi, para uma frase que lhe disse no final de uma noite parecida com esta: «Déjame, que yo no tengo la culpa de verte caer». Afinal tive = acabei por ter. Ambos caímos. Eu levantei-me = levanto-me sempre. Aos tropeções.