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o mal do tempo


Os olhos do volume e da frequência fitam-me sem pestanejar. Cantam-me só, sofredor como os demais do mal du temps, o que está longe de ser verdade. Vera, falta-me não sei o quê. Bárbara, a passagem das décadas não permitiu encontrar axiomas simultaneamente válidos, helénicos, romanos, ianques, estóicos diante da ferrugem do tempo. Não há verdades inteiras, admitam ambas por segundos. Metade disso é desejo, desejo de alguns minutos para mim. Só. Danado este modo de caminhar com o relógio às avessas. Fodida esta arritmia: o que creio valer para outros não precisa ser verdade para mim.