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brinca-rapaz

- Agora não. Finge que não a vês. É uma convencida. Julga-se o máximo a que devemos aspirar… e até pode ser, para quem a perdeu ou nunca a teve… lá está ela. Faz de conta que parámos nesta montra.



- Agora sim, discretamente, olha de novo: uma liberdade – a minha – à espreita na próxima esquina. Persegue-me desde que lhe disse que não me bastava, que preferia ser recluso de todas as sensações que nunca vou poder experimentar, de tudo o que não vou conseguir imaginar.