« a linguagem é um vírus do espaço exterior (2)
(excertos de «História da Linguagem», de Julia Kristeva)
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(excertos de «História da Linguagem», de Julia Kristeva) »

Yael dih-dah

Anda por aí uma música muito lah-dih-dah cantada por uma moça com cara de Sara/Rute/Raquel – com aqueles olhos escuros, muito intensos, das mulheres do Médio Oriente. No vídeo, ela retira um quadro da parede de uma sala, deixando um buraco para o exterior. Logo após, as paredes tombam, revelando que a sua casa é afinal uma jangada à deriva na corrente. Para o final ser feliz, surgem pouco depois uns barcos com amigos dentro e tudo termina em festa.

Salvo melhor opinião, enquanto advogado e cliente da demolição de paredes, posso assegurar que a tramitação desse processo é bem diferente: na realidade, não há assim tanta festa e os amigos nunca têm barcos.