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nonalignment pact

Os relatos de concertos não costumam ir mais além de uma salgalhada de menções ao nome dos músicos, à sequência de músicas, referências ao passado das bandas, estabelecendo correlações com outras, quanto mais não seja para demonstrar que não se caiu no assunto agarrado a um pára-quedas esburacado.
Pois que se dane. Há quem precise de detalhes? Vão à origem. Sinestesia, dizia o homem mais acima. De um ponto de vista suspeito de ter ouvido quase tudo em que David Thomas meteu o dedo e o nariz, quais os trabalhos que, em 33 anos, melhor conciliaram inovação e consistência e que é deveras vergonhoso não ter? «Modern Dance» (Pere Ubu) e «The Sound of the Sand» (David Thomas & The Pedestrians).
Passe o fastio: mais do que isto implicaria despejar um balde de nomes consumíveis por indie-dependentes sem sal.