os mortos que se têm cruzado comigo
Os mortos que se têm cruzado comigo não são nem mais nem menos tristes do que os vivos. São feios e tresandam.

Numa autópsia obrigatória há alguns anos: o brilho amarelo sujo da gordura por baixo da pele rasgada; alojado no nariz durante três longos dias, o cheiro inclassificável de osso queimado pelo corte da serra eléctrica.