já só falta
aparecer mais alguém a defender que os Smiths foram como que os Oasis(*) da década de 80, e que Johnny Marr era um chóninhas que ignorava a existência do pedal de distorção e a mistura fabulosa que não seria uma sonoridade menos límpida atrás daquelas letras inspiradíssimas e de um vocalista de excepção que não se cansa de provar que funciona definitivamente melhor a solo.