O meu pai precisa de fazer obras nuns tubos e nuns fios eléctricos vizinhos ao seu coração. Tem o nome numa lista de espera de um hospital do Norte há mais de dois anos. Ontem, ao telefone, perguntei-lhe se podia tentar arranjar-lhe uma cirurgia mais breve aqui em Lisboa. Disse-me que não, que não se importa de morrer. Não compreendo.